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Adriano Costa
“Quem me deu esta camiseta foi o DJ Bispo, que era meu melhor
amigo, daí a gente brigou e ela virou pano de chão.
Depois comecei a limpar meus
pincéis com ela e a gente voltou
a ser amigo em 2009.
Hoje em dia, eu até uso para ir ao mercado.”
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Alberto Hiar
“Passei um período superbacana
da minha vida aprimorando meu
inglês, num lugar que eu adoro,
que é a Califórnia.
Com um calção, sandálias
e esta camiseta passei quase
três meses vendo aquele
pôr-do-sol maravilhoso, perdendo
em beleza só para o Brasil.”
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Alex Atala
“Esta camiseta é muito especial para mim, pois comprei na The International Amsterdam Tattoo Convention, que aconteceu em 1993, na Holanda. Na época, tatuagem era algo super underground e não existia nada igual a essa convenção. Só usei durante o evento e guardo com carinho até hoje.”
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Amilcar Packer
“Vida de solteiro após oito anos de namoro, morando na casa de uma amiga em Londres. Trabalhando sem parar e voltando a frequentar a noite paulistana. Dias longos, noites mais ainda. Numa rápida e estratégica passada em casa, descubro que estou sem nenhuma camiseta para vestir. Abro o armário da amiga e acho esta camiseta que, na verdade, sem ninguém saber até aquele momento, tinha sido feita para mim pelo Adriano Costa, para o filme Madame Satã. Muitas conversas começaram por conta dela. Frequentadores do cultuado clube dos anos 80, gente que viu o filme e gostou. Como a maioria das minhas roupas, é minha segunda pele –quem me conhece deve estar agora me vendo dentro dela – quem não me conhece, em parte, aqui estou eu.”
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Arnaldo Antunes
“Nem tem muito o que dizer, tá na cara, né?
É uma camiseta original, feita na época do lançamento do “Cabeça Dinossauro”, com uma versão reticulada do desenho de Leonardo da Vinci.
Além da estampa, sempre me agradaram muito o tamanho e o corte dela. Caía bem, como poucas.
E foi bem usada.
Depois de um tempo, aposentei ela no arquivo, para não acabar de vez.
Revendo-a agora, acho que vou voltar a usar, quando acabar essa exposição e ela voltar para mim.“
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Camila Yahn
“Quando vi essa camiseta, logo quis ter. Feita pelo Adriano Costa para a Ellus 2nd Floor, em 2002, e traz o carão lindo dele com a frase “Everybody wants to be Mick Jagger”. Eu, que adoro o Mick Jagger, não resisti. Também gostei das cores e do fato de ser um trabalho bem característico do Adriano, na época bastante iconoclasta. Eu estava em uma festa da marca e quando percebeu que eu gostei, Ricardo Gonzales, que estava à frente do projeto então, disse: “eu te dou de presente, mas só de você vesti-la agora”. Onde é o provador?”
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Carlinhos Brown
“Esta é a ‘armadura’ que me traz leveza. Por mais que a pintura artística seja algo recente na minha vida, foi a pintura convencional, através das mãos do meu pai Renato Aranha (Bororó), que me conduziu a pintar nos dias de hoje. Quando visto essa camisa, me sinto estruturado por essa moldura. Na minha convivência, tenho várias lembranças de pintores de paredes, casas, apartamentos e fachadas, com os quais participei de várias ‘pintanças’. É uma das profissões mais festivas que conheci. Eles chegam para dar acabamento aos sonhos dos outros, através das tintas e cores. E quando terminam seu trabalho, suas roupas estão marcadas por estas alegrias.”
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Carlos Farinha
“Love Bites”. Isso já diria muito, ou quase tudo mesmo. Não fosse isso suficiente, “Love Bites” é também e, nesse caso principalmente, o título de um dos meus discos favoritos. Por algum motivo que não quero (ou não possa) me lembrar agora, nunca havia ido a um show do Buzzcocks até esse dia muito quente em Austin, Texas, em um buraco chamado Joe’s Pub, tomando margueritas de jarra e pulando e cantando muito. Muito de tudo isso junto. Em algum momento li “Love Bites” estampado em uma camiseta e comprei ela da namorada do guitarrista numa banquinha. Ninguém precisa de margueritas para entender. “Just Lust” in Texas, “Love Lies” everywhere. Daria para contar a história da minha vida só pelos títulos das músicas…”
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Carol Ribeiro
“Ganhei esta camiseta quando fiz a campanha da Cavalera inspirada na Maria Louca, a Rainha. Isto foi há mais ou menos cinco anos atrás. Por ser cool e confortável, eu sempre a usei dia ou noite, com um jeans bacana, trocando um tênis por um salto. Ela me lembra as camisetas vendidas nas ruas de New York, e me faz sentir saudades da época em que morava lá”.
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Catarina Gushiken
“Esta camiseta é importante
para mim, pois foi a primeira
peça que desenhei para minha
marca Urussai. Foi a única peça
que eu ilustrei para a marca,
depois dela resolvi que não
faria mais nenhuma estampa
para a Urussai, para dar
oportunidade de divulgação
para outros ilustradores.
Por isso ela é muito especial
e única na minha vida!”
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